fusca furgão
terça-feira, 25 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
FUSCA FURGÃO JUNTO COM AACG NO 8º ENCONTRO DE ANTIGOS DE PONTA GROSSA -2012
Boa noite antigomobilistas de plantão foi um final de semana muito descontraído que tivemos, participando do 8º Encontro de Antigos, vários sócios do AACG, clube este que participo apoiou este evento que foi um sucesso de veículos e público.
Evento que foi muio bem organizado pelo sr Eros.
Tiveram presente muito modelo raros e vários ícones da Indústria brasileira.
Vendedores de miniaturas e mercado de Pulgas estiveram presente.
Evento que foi muio bem organizado pelo sr Eros.
Tiveram presente muito modelo raros e vários ícones da Indústria brasileira.
Vendedores de miniaturas e mercado de Pulgas estiveram presente.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
ARREMATE DE KOMBI MILIONÁRIO
Kombi é arrematada em leilão por US$ 217,8 mil
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| Volkswagen Samba Kombi 1963 |
Em um leilão realizado nos Estados Unidos, onde um Ford GT 2005 foi arrematado por US$ 165 mil e um fantástico Dodge Hemi Challenger 1970 por US$ 215,6 mil, a grande estrela foi uma Volkswagen Kombi. Isso mesmo! O Volkswagen Samba Microbus - nome que a nossa Kombi recebe em terras norte-americanas - foi levada por US$ 217,8 mil.
Porém, diga-se de passagem, perua é fantástica. Fabricada na Alemanha, ela traz pintura saia-e-blusa em cinza e branco, parabrisa com abertura e todos os detalhes originais, como travas e maçanetas. Premiada em alguns encontros, essa Kombi, ou melhor, Microbus parece estar melhor hoje do que quando saiu da linha de montagem.
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| Modelo foi arrematado por US$ 217,8 mil |
terça-feira, 4 de setembro de 2012
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
2º logo day- comemoração dos 55 anos de nossa kombi- Fusca Furgão esteve presente.
Neste domingão o Fusca furgão esteve presente no 2º logo day em comemoração aos 55 anos da Kombi, saímos logo cedinho, juntos com o amigo ElisandroHood e o Carlos rumo a mais este evento.
A idéia do logo foi de montar um mosaico com 70 Kombis formando a sua frente, evento esse muito bem organizado pelo seus idealizadores, tinha o pessoal vendendo miniaturas, lanches e bandas se apresentando e tocando o bom e velho e rock´n roll.
A idéia do logo foi de montar um mosaico com 70 Kombis formando a sua frente, evento esse muito bem organizado pelo seus idealizadores, tinha o pessoal vendendo miniaturas, lanches e bandas se apresentando e tocando o bom e velho e rock´n roll.
A marca comemora 55 anos de produção ininterrupta da Kombi no Brasil. Fabricada em São Bernardo do Campo desde 1957, a Kombi foi o primeiro modelo da VW feito no Brasil, antes mesmo do Fusca.
O mais importante é que, nesses 55 anos, o modelo nunca perdeu a liderança do segmento, a posição é mantida desde o seu lançamento, até hoje já foram produzidas mais de 1.530.000 unidades. Segundo o último relatório de emplacamentos divulgado pela Fenabrave, a Kombi registra 14.905 unidades compradas entre janeiro e julho de 2012, o que representa um aumento de 4% nas vendas, em relação ao mesmo período do ano passado.
Ao longo dos anos, a Kombi recebeu diversas atualizações, a primeira aconteceu em 1975, quando o modelo foi reestilizado, e o visual da perua só mudou novamente em 1997, com o lançamento da Kombi Carat, que tem teto elevado e porta lateral corrediça. A última grande modificação foi em 2005, quando o modelo recebeu o motor 1.4 flex arrefecido a água, que o tornou 34% mais potente e 30% mais econômico do que o antecessor refrigerado a ar.
Por volta de 13.00 horas sobrevoou pelo estacionamento da Copava um helicóptero registrando o momento com belas imagens .
| DE MANHA NO CAFÉ DAMASCO |
| FUSCA FURGÃO PRESTIGIANDO O ENCONTRO COMEMORATIVO DE 55 ANOS DA NOSSA QUERIDA KOMBI |
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| IMAGENS DO HELICOPTERO |
| IMAGENS DO LOGO DO PRÉDIO |
| IMAGENS DO LOGO DO PREDIO |
terça-feira, 28 de agosto de 2012
COLEÇÃO DE FUSCAS- FUSCA FURGÃO
Professor aposentado de Fortaleza tem coleção de 35 Fuscas
A paixão do cearense Antônio Dragaud Ribeiro por Fuscas tem mais de 40 anos. O professor aposentado comprou o primeiro em 1968 e não parou mais. “Há quem diga que toda pessoa com mais de 30 anos de idade tem uma história com Fusca. É uma paixão nacional”, diz Ribeiro.
Hoje, aos 70 anos, ele guarda uma coleção com 35 Fuscas. No Brasil, o carro de origem alemã foi líder de mercado por 24 anos seguidos e vendeu 3,1 milhões de unidades.
Para guardar os carros, Antônio Ribeiro, que mora em um apartamento em Fortaleza, usa dois galpões e vagas alugadas de vizinhos. Entre as raridades do colecionador está um Fusca 1958, anterior à chegada da fábrica do veículo no Brasil. Mas o professor aposentado conta que o seu preferido é um modelo de 1969, cor verde folha. “Tenho de todos os gostos”, diz. O mais novo da coleção é de 1995, o chamado modelo Itamar.
O colecionador diz que o interesse por Fuscas surgiu pela praticidade do modelo. “Já tive Mustang, Belina, mas o Fusca é melhor. Tem resistência, mecânica simples e é econômico. Você consegue montar e desmontar sem problemas”, diz. A família de Ribeiro nunca implicou com a paixão do professor. “Minha mulher até já teve um Fusca e, sempre que pode, me acompanha nos eventos. Convivemos bem com isso”, diz.
A frota de Fuscas de Ribeiro não é fixa. “Compro mais do que vendo. Sempre pesquiso modelos para comprar e restaurar. Os modelos abaixo do ano 1970 só vendo se tiver repetido. Tenho dois do ano 1962 e do ano 1968”, diz. Os preços de Fuscas variam entre R$ 8 mil e R$ 20 mil, segundo o professor aposentado. Na coleção, apenas um, ano 1962, é placa preta, com 95% das peças originais.
Os veículos de Ribeiro passam por restauração constantemente e o gasto mensal é de R$ 3 mil. Mesmo com uma manutenção simples, peças “mais pesadas”, como as de motor, de modelos mais antigos precisam ser importadas, segundo o colecionador. “Não tenho ideia de quanto já gastei com meus Fuscas”, admite.
Tanto gasto gera cuidados e ciúmes. Os melhores modelos de Ribeiro ficam suspensos em cavaletes para não forçar a suspensão e os pneus. Apesar de garantir que a maioria dos Fuscas tem condição de rodar, o colecionador prefere não fazer longas viagens com os carros e circula geralmente em um outro modelo. “Sempre que ando com um dos Fuscas, chamo muito atenção”, diz.
Fonte: G1
Para guardar os carros, Antônio Ribeiro, que mora em um apartamento em Fortaleza, usa dois galpões e vagas alugadas de vizinhos. Entre as raridades do colecionador está um Fusca 1958, anterior à chegada da fábrica do veículo no Brasil. Mas o professor aposentado conta que o seu preferido é um modelo de 1969, cor verde folha. “Tenho de todos os gostos”, diz. O mais novo da coleção é de 1995, o chamado modelo Itamar.
O colecionador diz que o interesse por Fuscas surgiu pela praticidade do modelo. “Já tive Mustang, Belina, mas o Fusca é melhor. Tem resistência, mecânica simples e é econômico. Você consegue montar e desmontar sem problemas”, diz. A família de Ribeiro nunca implicou com a paixão do professor. “Minha mulher até já teve um Fusca e, sempre que pode, me acompanha nos eventos. Convivemos bem com isso”, diz.
A frota de Fuscas de Ribeiro não é fixa. “Compro mais do que vendo. Sempre pesquiso modelos para comprar e restaurar. Os modelos abaixo do ano 1970 só vendo se tiver repetido. Tenho dois do ano 1962 e do ano 1968”, diz. Os preços de Fuscas variam entre R$ 8 mil e R$ 20 mil, segundo o professor aposentado. Na coleção, apenas um, ano 1962, é placa preta, com 95% das peças originais.
Os veículos de Ribeiro passam por restauração constantemente e o gasto mensal é de R$ 3 mil. Mesmo com uma manutenção simples, peças “mais pesadas”, como as de motor, de modelos mais antigos precisam ser importadas, segundo o colecionador. “Não tenho ideia de quanto já gastei com meus Fuscas”, admite.
Tanto gasto gera cuidados e ciúmes. Os melhores modelos de Ribeiro ficam suspensos em cavaletes para não forçar a suspensão e os pneus. Apesar de garantir que a maioria dos Fuscas tem condição de rodar, o colecionador prefere não fazer longas viagens com os carros e circula geralmente em um outro modelo. “Sempre que ando com um dos Fuscas, chamo muito atenção”, diz.
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